Geladeira retrô ganha novo uso em reforma cheia de memória afetiva
Assinado por Carina Dal Fabbro, o projeto transforma peças de valor afetivo em elementos de destaque, como a geladeira antiga que virou armário para a coleção de discos
A sala de jantar reúne elementos de diferentes épocas, como a mesa de desenho clássico, as cadeiras verdes e a estante rosa, que exibe livros, objetos e uma antiga caixa de som. A geladeira retrô verde-menta completa a composição e reforça a proposta de valorizar peças de memória afetiva | Foto: Divulgação
Nesse projeto irreverente e cheio de identidade assinado pela arquiteta Carina Dal Fabbro (@carinadalfabbroarq), as peças de memória afetiva do casal ganham protagonismo, não necessariamente no seu uso convencional.
Sala de jantar combina piso com padronagem que remete ao ladrilho hidráulico, mesa e cadeiras em tons suaves e uma estante rosa, que acomoda objetos decorativos e plantas. Ao lado, a antiga geladeira verde-menta foi ressignificada como armário para a coleção de discos, CDs e DVDs | Foto: Divulgação
É o caso dessa geladeira retrô em tom verde-menta. Na família há muitos anos, ela ganhou uma nova utilidade após a retirada do motor e hoje serve como armário para armazenar uma preciosa coleção de discos de vinil, CDs e DVDs.
A sala de jantar é marcada pela mesa redonda com tampo claro e cadeiras verdes, posicionadas diante da abertura envidraçada que conecta o ambiente ao jardim. O piso com diferentes padrões reforça a composição retrô, enquanto a parede externa de tijolos recebe uma composição de plantas | Foto: Divulgação
Ela é só um dos destaques de uma sala de jantar bastante autêntica, que reflete a essência dos moradores. Com um piso que imita o ladrilho hidráulico, o ambiente acolhe também uma estante que recebeu um toque especial.
A estante, originalmente amarela, foi pintada de rosa pela moradora e sua filha de cinco anos. O móvel ganhou ainda uma composição de livros, objetos decorativos e plantas, incluindo uma samambaia que ocupa o topo da peça | Foto: Divulgação
“Originalmente amarela, a peça foi pintada de rosa pela moradora e sua filha de cinco anos. Agora, sempre que estiverem à mesa, elas poderão contemplar o trabalho que fizeram juntas”, conta Carina.
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