Habitar o tempo: inspirada em Tadao Ando, exposição propõe reflexão sobre tempo, memória e reconstrução

Na mostra apresentada no Espaço Taller Zaragoza, a artista dialoga com o conceito japonês do Kintsugi para transformar fissuras, matéria e silêncio em uma experiência sensorial sobre maturidade feminina

Inspirada pela obra do arquiteto renomado Tadao Ando, a artista transforma silêncio em linguagem e tempo em matéria, dialogando com o conceito japonês do Kintsugi, a arte de restaurar com ouro o que foi quebrado. 

A exposição “Habitar o Tempo” propõe um percurso sensorial que combina luz, matéria e silêncio, criando um diálogo entre arte, arquitetura e percepção do espaço | Foto: Divulgação

Ao seguir o conceito asiático, a artista estabelece com suas obras de arte um paralelo entre fissuras físicas e emocionais, revelando os processos de reconstrução e reinvenção que atravessam a trajetória da maturidade feminina. Mármore, aço, latão, fotografia e luz, materiais tradicionalmente rígidos, ganham em suas mãos uma delicadeza que traduz a força e a leveza da mulher.

Na exposição Habitar o Tempo, obras exploram geometrias, luz e materiais como metal e pedra para refletir sobre tempo, reconstrução e a delicadeza das fissuras | Foto: Divulgação

Entre o mundo construído e o mundo sentido, Habitar o Tempo propõe uma experiência intimista e sensorial, convidando o público a refletir sobre fragilidade, cura e potência feminina.

 

Serviço Habitar o Tempo

Endereço: Espaço Taller Zaragoza – Rua Amauri, 62.
Quando: 4 e 5 de setembro, das 11h às 19h | 6 de setembro, das 10h às 17h | 7 de setembro, das 11h às 17h