CASACOR SP 2025: 12 jardins externos que conectam cidade e natureza

A mostra volta a ocupar áreas a céu aberto com projetos que exploram diferentes relações com a natureza, entre percursos sensoriais, refúgios urbanos e espaços de contemplação

Após um hiato sem espaços a céu aberto, a mostra volta a ter jardins externos – para alegria dos paisagistas e deleite dos visitantes. Em meio aos edifícios históricos e à vegetação urbana do Parque da Água Branca, doze ambientes da CASACOR São Paulo revelam diferentes modos de interagir com a natureza, da escala íntima à monumental.

1. Semeando o Futuro – Simone Campos Paisagismo

Uma praça afetiva logo na entrada: entre árvores frutíferas e áreas de pausa, o jardim propõe um convívio mais gentil e cotidiano com a cidade | Foto: Carolina Mossin/Divulgação

Logo na entrada, dois jardins traduzem um desejo de cidade mais acessível, segura e afetuosa. Árvores frutíferas, mobiliário ergonômico, iluminação em LED e espaços de descanso compõem uma espécie de praça afetiva – projetada por uma paisagista que cresceu no entorno do parque.

2. Soul Garden – Helena Elias

Entre sauna, banho gelado e um bar intimista, o jardim constrói microclimas que convidam à pausa e à reconexão com o corpo e o entorno | Foto: Israel Gollino/Divulgação

Conceito e contraste caminham juntos neste refúgio sensorial: sauna, banho gelado, madeira, ferro, plantas nativas e um bar intimista entremeado por microclimas. Um espaço para repousar e refletir sobre a simbiose entre cidade e natureza.

3. Bosque do Silêncio – Mauro Contesini

Inspirado nos bosques japoneses, o percurso entre pedra, madeira e arte conduz a uma experiência silenciosa e contemplativa, quase meditativa | Foto: Roberta Gewehr/Divulgação

Uma experiência quase meditativa, inspirada nos bosques japoneses. Madeira carbonizada, arte e pedras nobres guiam o visitante por um percurso silencioso e contemplativo.

4. Jardim Tropical – Elkis+ Paisagismo

Entre folhagens densas e caminhos sinuosos, o jardim se revela como uma trilha tropical onde o tempo desacelera e o olhar se perde em camadas de verde | Foto: Carolina Mossin/Divulgação

A vegetação exuberante em tons, aromas e texturas transforma o jardim em uma trilha tropical. Tudo ali flui: o caminho, o olhar e o tempo. Uma pausa essencial no meio da cidade.

5. Lounge Água Branca – Mônica Costa Paisagismo

Sob a copa da sibipiruna, o lounge combina design brasileiro e materiais sustentáveis em um espaço de pausa que dialoga com a arquitetura histórica ao redor | Foto: Denilson Machado/MCA/Divulgação

A sombra da sibipiruna protege um lounge onde memória e sustentabilidade se encontram. Design brasileiro, espécies tropicais e materiais certificados compõem uma atmosfera de acolhimento diante da arquitetura tombada.

6. Pátio Paulistano – Pedro Rabelais Paisagismo

Em 34 m², o jardim cria um respiro urbano com camadas de vegetação que se apoiam em estruturas metálicas e dialogam com arte e arquitetura | Foto: Juliano Colodeti/MCA/Divulgação

Um pequeno grande respiro. Neste jardim de 34 m², o verde cresce sobre estruturas metálicas, criando camadas de vegetação que se entrelaçam à arte e à arquitetura.

7. Jardim Espelho dos Sonhos – Paula Varga

Sob a sombra do pau-brasil, materiais reaproveitados e peças artesanais constroem um jardim que evoca memória, afeto e pertencimento | Foto: Bia Nauiack/Divulgação

Vitrais reaproveitados, madeira maciça, cerâmica artesanal e plantas afetivas fazem deste espaço uma celebração das memórias e das raízes. Tudo sob a sombra de um imponente pau-brasil.

8. Jardim das Descobertas – Estúdio Musgo

Entre espelhos d’água e uma banheira de pedra-sabão, o jardim convida à introspecção em um refúgio onde o tempo desacelera | Foto: Carolina Mossin/Divulgação

Um lugar para desacelerar e descobrir. Entre espelhos, fontes e uma banheira de pedra-sabão, o tempo desacelera e a introspecção floresce.

9. Jardim Simbiose – Kawai Paisagismo

Caminhos de madeira e esculturas orgânicas estruturam um jardim onde a vegetação pulsante sugere uma convivência mais fluida entre cidade e natureza | Foto: Camila Santos/Divulgação

Caminhos de madeira, esculturas orgânicas e uma vegetação pulsante propõem cidades mais vivas, onde o natural e o urbano coexistem de forma fluida.

10. Natureza Imaginária – Roberto Riscala

Entre vasos esculturais e vegetação exuberante, o jardim ressignifica a arquitetura existente e projeta um futuro onde o progresso se conecta às raízes | Foto: Bia Nauiack/Divulgação

Escadas interditadas ganham novos sentidos, entre vasos esculturais, arte contemporânea e vegetação exuberante. Um jardim que projeta futuros possíveis, em que o progresso se faz com raízes.

11. Jardim da Alameda – Catê Poli e João Jadão

Entre edificações históricas, o jardim se abre como uma praça tropical de permanência, com folhagens generosas e soluções que convidam ao convívio | Foto: Renato Navarro/Divulgação

Entre dois prédios históricos, uma praça tropical se abre. Jabuticabeiras, folhagens generosas e jardineiras reaproveitadas criam um jardim de permanência e respiro no coração da mostra.

12. Jardim do Círculo de Pedras – Zanardo Paisagismo

Elementos naturais e formas circulares criam um espaço de pausa que evoca pertencimento e conexão com a terra em meio ao verde denso | Foto: Bia Nauiack/Divulgação

Rochas do Nordeste formam um círculo simbólico, em um jardim que exalta o sagrado, o design brasileiro e a conexão com a terra. Espaço de pausa, pertencimento e contemplação.

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