CASACOR SP 2026: como o mobiliário dá forma a três interpretações do morar

Com soluções da Todeschini, três ambientes da mostra exploram memória, sensorialidade e bem-estar por meio do mobiliário
Os ambientes A Poética do Ritmo, Estúdio Semibreve e Entre o Visível e o Invisível revelam como as soluções de mobiliário da Todeschini contribuem para diferentes interpretações do morar na CASACOR São Paulo 2026 | Fotos: Roberta Gewehr e Camila Santos/Divulgação

Na CASACOR São Paulo 2026, o tema “Mente e Coração” convida arquitetos e designers a refletirem sobre as diferentes formas de habitar. Entre os ambientes da mostra, três projetos patrocinados pela Todeschini demonstram como o mobiliário pode ir além da função para assumir um papel central na experiência do espaço.

Assinados por Estúdio Clara Nahas, Isabella Nalon e Mia Kamimura, os ambientes usam materiais, acabamentos e soluções da marca para construir atmosferas que transitam entre memória, contemplação e bem-estar. O resultado evidencia o potencial do mobiliário planejado como elemento capaz de organizar a arquitetura, valorizar a materialidade e reforçar o conceito de cada projeto.

Estúdio Semibreve | Estúdio Clara Nahas

O Estúdio Semibreve, de Clara Nahas, transforma o morar em uma experiência sensorial com soluções de mobiliário da Todeschini que valorizam acolhimento e materialidade | Foto: Camila Santos/Divulgação

Inspirado na musicalidade e nas lembranças afetivas da arquiteta Clara Nahas, o Estúdio Semibreve propõe uma pausa no ritmo cotidiano. O ambiente interpreta o lar como um espaço de pertencimento e contemplação, onde arquitetura e memória caminham juntas.

Na cozinha do Estúdio Semibreve, a melamina Giardino e o puxador Harpa Wengue, da Todeschini, unem funcionalidade e delicadeza em uma composição marcada por tons suaves | Foto: Camila Santos/Divulgação

As soluções da Todeschini acompanham essa narrativa em diferentes escalas. Na cozinha, a melamina Giardino, lançamento da marca, imprime suavidade com sua tonalidade de verde, enquanto o puxador Harpa Wengue, produzido em madeira, reforça a relação entre matéria-prima e design.

Detalhes do mobiliário planejado da Todeschini ajudam a compor o clima intimista do Estúdio Semibreve, assinado por Clara Nahas | Foto: Camila Santos/Divulgação

No closet, a composição combina a lâmina natural Legno Nogueira, as prateleiras de Legno Colorato, as portas deslizantes Piano e os perfis Frame com acabamento metalizado Pérola. Já o forro revestido com a melamina Arbo conecta visualmente todos os espaços do estúdio, criando uma atmosfera contínua e acolhedora, marcada pelo diálogo entre texturas e tonalidades naturais.

A Poética do Ritmo | Isabella Nalon

Em A Poética do Ritmo, o mobiliário da Todeschini, com o painel Linear Walnut, reforça a atmosfera acolhedora e contemplativa proposta por Isabella Nalon | Foto: Roberta Gewehr/Divulgação

Em A Poética do Ritmo, Isabella Nalon conduz o visitante por um percurso sensorial que atravessa diferentes estados emocionais. Da Sala de Música à Biblioteca, o ambiente convida à desaceleração e à contemplação, traduzindo o morar como uma experiência que envolve percepção, memória e introspecção.

A estante revestida pelo painel Linear Walnut, da Todeschini, acompanha o percurso de A Poética do Ritmo, reforçando a sensação de acolhimento e contemplação do ambiente | Foto: Roberta Gewehr/Divulgação

Nesse contexto, a marcenaria desempenha papel estruturante. O painel Linear Walnut, da Todeschini, aparece no pórtico de entrada, no aparador e na estante que organiza a biblioteca, reforçando a unidade visual do projeto. A presença contínua da madeira cria uma sensação de acolhimento e contribui para a atmosfera sofisticada que permeia todo o ambiente, transformando a marcenaria em um elemento narrativo da arquitetura.

Entre o Visível e o Invisível | Mia Kamimura

Em Entre o Visível e o Invisível, os padrões Arbo e Aurora, da Todeschini, reforçam a atmosfera serena e contemporânea proposta por Mia Kamimura | Foto: Roberta Gewehr/Divulgação

O ambiente assinado por Mia Kamimura investiga o equilíbrio entre racionalidade e sensorialidade. Tons claros, materiais naturais e uma composição minimalista criam uma atmosfera silenciosa, pensada para promover bem-estar e desacelerar o olhar.

Madeira, pedra e superfícies refletivas se equilibram em Entre o Visível e o Invisível, ambiente de Mia Kamimura com soluções da Todeschini | Foto: Roberta Gewehr/Divulgação

As soluções da Todeschini reforçam essa proposta por meio dos padrões madeirados Arbo e Aurora, que dialogam com a bancada escultórica de pedra natural e acabamentos metálicos. Outro destaque são os painéis de vidro transparente, que, ao acionamento dos trincos, tornam-se brancos, ampliando a sensação de privacidade e introspecção. A combinação entre tecnologia, madeira e materiais naturais traduz a proposta contemporânea do projeto, em que funcionalidade e emoção coexistem de maneira equilibrada.

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