
Como consumir arte?
Com a retomada de mostras e exposições, esse foi um dos meus maiores questionamentos e tema de uma conversa com o mestre em História da Arte Contemporânea, Vinícius Massimino Por Nathaly Domiciano, colunista* Como consumir arte? O retorno de mostras e exposições nos âmbitos nacional e internacional me leva a um questionamento sobre o consumo de arte de uma maneira genuína, ou seja, que não esteja atrelado a possíveis tendências e efemeridades, mas sim como um artefato que traduza a personalidade da nossa morada e a essência do que acreditamos e pertencemos. Do irreverente, chocante, reflexivo e crítico – a arte é indubitavelmente nossa ferramenta inata para expressar emoções e sensações onde, às vezes, nos faltam palavras que possam simbolizá-las. Por isso, na coluna deste mês, trouxe alguns embasamentos sobre o panorama do mercado de arte, os comportamentos do público atual sobre preferências artísticas e também acerca de como podemos consumir dessa arte, em que podemos carregar novas inspirações e novos ares. Convidei, então, o historiador da arte Vinícius Massimino, que é graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre em História da Arte Contemporânea e Economia da Arte pela Université Montpellier 3 – Paul













